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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A FITA MÉTRICA DO AMOR




Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.

Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.
Martha Medeiros

fonte google-

sábado, 29 de janeiro de 2011

Eu sou feito de
Sonhos interrompidosMartha Medeiros
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos

Sou feito de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão

Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci

Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante


Tive noites mal dormidas
perdi pessoas muito queridas
cumpri coisas não-prometidas

Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir,para não enfrentar
sorri para não chorar

Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
amizades que não cultivei
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei

Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo. 
()

fonte=google 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

NÃO FORA O MAR



Não fora o mar,
e eu seria feliz na minha rua,
neste primeiro andar da minha casa
a ver, de dia, o sol, de noite a lua,
calada, quieta, sem um golpe de asa.

Não fora o mar,
e seriam contados os meus passos,
tantos para viver, para morrer,
tantos os movimentos dos meus braços,
pequena angústia, pequeno prazer.

Não fora o mar,
e os seus sonhos seriam sem violência
como irisadas bolas de sabão,
efémero cristal, branca aparência,
e o resto — pingos de água em minha mão.

Não fora o mar,
e este cruel desejo de aventura
seria vaga música ao sol pôr
nem sequer brasa viva, queimadura,
pouco mais que o perfume duma flor.

Não fora o mar
e o longo apelo, o canto da sereia,
apenas ilusão, miragem,
breve canção, passo breve na areia,
desejo balbuciante de viagem.

Não fora o mar
e, resignada, em vez de olhar os astros
tudo o que é alto, inacessível, fundo,
cimos, castelos, torres, nuvens, mastros,
iria de olhos baixos pelo mundo.

Não fora o mar
e o meu canto seria flor e mel,
asa de borboleta, rouxinol,
e não rude halali, garra cruel,
Águia Real que desafia o sol.

Não fora o mar
e este potro selvagem, sem arção,
crinas ao vento, com arreio,
meu altivo, indomável coração,

Não fora o mar
e comeria à mão,
não fora o mar
e aceitaria o freio.

Fernanda de Castro, in "Trinta e Nove Poemas"

fonte google

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ganhei um selo de qualidade


Ganhei este selo de qualidadeda amiga Marcia

1=Passar para 15 pessoas

Valéria=

Maria José=

Rosangela e Valéria=

Blog espiritismo=

Celeiro de Luz=

Cronicas da Chica=

Doce Filosofia=

Doutrina Espirita=

Eu sou Espirita=

Filha do Céu=

Marineide=

Jorge,NectenReflexões

Tomás Fala

Vtrine De Prata

Luz Da Alma

2=Responder As Perguntas

Nome-Marlene

Uma Musica-Alem do horizonte,Roberto Carlos=

Humor-Instavel

Uma Estação-Primavera

Como Prefere Viajar-De Onibus

Que achou,do Selo-Achei Lindo,Fiquei muito feliz

SEMPRE AMIGOS



Um homem e seu cavalo caminhavam por uma estrada.
Depois de muito caminhar,
encontrou seu cão que havia sumido a algum tempo.
Esse homem se deu conta de que ele e seu cavalo haviam morrido num acidente, ao encontrar o cão entendeu isso. Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição...
A caminhada era muito longa morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água.
Numa curva do caminho, avistaram um portão maguinífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina.
O caminhante dirigiu-se ao homem que, numa guarita, guardava a entrada. "Bom dia!", ele disse.
-Bom dia!, respondeu o homem. "Que lugar é este? tão lindo", ele perguntou. "Isto aqui é o céu". Foi a resposta. "Que bom que nós chegamos ao céu. Estamos com muita sede". disse o homem. "O senhor pode entrar e beber água à vontade", disse o guarda, indicando-lhe a fonte. "Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede". "Lamento muito", disse o guarda. "Aqui não se permite a entrada de animais". O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede.
Assim, prossegui seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados...
Ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta. A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que faziam sombra. À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.
-Bom dia. Disse o caminhante. "Bom dia", disse o homem. "Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro". "Há uma fonte naquelas pedras", disse o homem e indicando o lugar. -Podem beber à vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
-Muito obrigado-, ele disse ao sair. "Voltem quando quiserem", respondeu o homem. "À propósito", disse o caminhante, "qual é o nome deste lugar?" "Céu", respondeu o homem.
-Céu? mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!- "Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno". O caminhante ficou perplexo. "Mas então", disse ele, "essa informação falsa deve causar grandes confusões". "De forma alguma", disse o homem. "Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos".

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

TALVEZ SEJA APENAS UM SONHO


Eu olhei o céu e vi teu rosto a me olhar
estava tão bonita como não havia ainda visto assim
meus olhos encheram-se de lágrimas parecia que iria chorar
mas o que fiz foi te doar o amor que existe em mim.

Até hoje ainda não vi outra noite parecida
como aquela que desenhou teu rosto para me presentear
quando fecho meus olhos ainda te vejo ali minha querida
emoldurada naquele céu numa noite fria de luar.

Já pesquisei muito para saber o que aconteceu
mas até hoje tudo está escuro e eu não sei
se realmente te vi ali ou se no momento foi delírio meu
talvez seja apenas um sonho que para me alegrar eu sonhei.

Só que esse momento veio aumentar a minha paixão
depois disso fiquei livre de dormir com dor
e as amarguras desocuparam o meu coração
que agora só tem espaço para alojar teu grande amor.

Os anos se passam e você continua aquela realeza
que eu vi desenhada no céu parecendo de verdade
mas o que importa é que te amo com toda a firmeza
de que levarei no peito sempre o barco da felicidade.



 

 
ChangCheng
Publicado no Recanto das Letras em 26/01/2011
Código do texto: T2752837

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

PARABENS SÃO PAULO


Minha homenagem hoje vai para São Paulo,que hoje comemora,mais um aniversario,e nesta data,volto
no tempo como muitas pessoas,a relembrar,,,,,morei durante doze anos em São Paulo,em meio a tanta
gente diferente,trabalhadora linda inigualavel,Uma mistura de raças de cor e vida e de amores,
São Paulo,e uma linda salada mista,quanta saudades da estação da luz,onde aos domingos levei tantas vezes meus filhos para passear,saudades da multidão da rua 25 de Março,que sempre amei de paixão que foi por longo tempo,o meu shopping onde comprei muita roupa para revender,que saudade das feiras livres com aquele vai e vem de gente,mais parecendo um enorme formigueiro,e aqueles pastéis fritos,com aquele gosto maravilhoso e o cheirinho então,hummmm,,,,,ha São Paulo quantas lembranças,quantos amigos,
Creio que dos 23 aos 35anos mais ao menos,São Paulo,foi minha casa,pois era assim que me sentia lá
acho que é assim que todo o povo que chega a todo o dia de todos os lugares é assim que se sente .
em casa.Em meio a tanta gentede todas as raças,acolhidos sempre pelos braços abertos,dos que ja vivem
la a mais tempo,trabalham criam a familia e vão a luta com alegria .Quero dizer,obrigado São Paulo
por este amor por esta acolhida por esta saudade gostosa,que guardo sempre em meu coração
Feliz Aniversario.

     Marlene de goes
               25-1-2011

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