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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Meus cabelos brancos



                       Meus cabelos cor de prata
                            São beijos de serenata
                            Que a lua mandou pra mim
                            Os meus cabelos grisalhos
                            São pingos brancos de orvalho
                            De um tinteiro de nanquim

                            Estes meus cabelos brancos
                            Que hoje são da cor dos bancos
                            Solitários de um jardim

                            Já sentiram muitos dedos
                            E ouviram muitos segredos
                            Que elas contavam para mim

                            Se hoje estão desbotados
                            É porque foram beijados
                            Com muito amor e emoção

                            E os beijos foram tão puros
                            Que os meus cabelos escuros
                            Estão da cor do algodão

                            Eu fiz tanta serenata
                            que a lua desfeita em prata
                            Mandou mil beijos pra mim

                            E os beijos foram tão puros
                            Que os meus cabelos escuros
                            Ficaram brancos assim.

                            Estes meus cabelos brancos
                            Que hoje são da cor dos bancos
                            Solitários de um jardim

                            Já sentiram muitos dedos
                            E ouviram muitos segredos
                            Que elas contavam para mim

site-mariussonhador.blogspot.com

postado por Marlene


terça-feira, 26 de abril de 2011

NÃO SEJAS TU,,,



Pobre daquele que permite que a iluzão encha seu coração
Das coisas que o engano oferece,são sonhos apenas sonhos
Que povoam o teu pensamento,em teus fugazes momentos
Trocando as verdades por mentiras,tentando colorir com cores falsas
Atua vida por alguns momentos,são apenas nuvens passageiras 
que logo irão se dissipar ao vento,comparando-se ao esvoaçar das garças
Enquanto enfeitam o céu em busca de alimento,
Batendo as asas sobre o mar,para depois partir deixando o vazio
e a enorme falta de encantamento,Pobre daquele 
que quer que a vida vire um sonho,e pensa que não vai logo acordar
Quer ser feliz mesmo que seja só por um momento.
-Esquece as promessas desta vida passageira,
Volta teu pensamento para o que realmente tem valor,,
Que são encinamentos que te seguem alem da vida;
Este é teu verdadeiro amor,,
Suave brando c om pureza sem sobre salto.
sofrimento ou dor,caridade mansidão e harmonia
Este é o teu verdadeiro amor
O restante é tudo sonho passageiro
Engano iluzão não tem valor,,,


       Um Espirito Amigo
psicografado por MarleneDe Goes

segunda-feira, 25 de abril de 2011

DOCES LEMBRANÇAS




Como foi bom te conhecer...
poder te tocar, te olhar,
sentir na pele um desejo esquecido
brotando forte e descontrolado.
Como foi bom ter-te ao meu lado...
perceber que o mundo ainda gira
e que o coração ainda bate,
que palpita e que o corpo excita
numa ânsia de querer.
Como foi bom te sentir...
vivo, presente, inteiro,
dividindo comigo tantas emoções,
tantos beijos, tantos abraços.
Como foram bons esse laços...
de carinho, afeto e amor,
que partilhamos por momentos.
Como foram bons todos esses sentimentos...

Silvia Munhoz
postado por marlene de goes

domingo, 24 de abril de 2011

CRONICAS,DE PEDRO BIAL






Escolhas de uma vida

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!
Pedro BialSITE PENSADOR UOL.COM.BRPOSTADO POR MARLENE

sábado, 23 de abril de 2011

OS DOIS PASSARINHOS


Eu tenho dois passarinhos.

U m deles vive na gaiola. Quando eu vou tratá-lo, tenho de tomar o máximo cuidado porque ele se bate muito e eu tenho certeza de que ele, se escapar, voará e nunca mais o verei.

O segundo dorme no espaldar da minha cama. No início do amanhecer, ele acorda e começa a cantar. Eu abro a janela e ele sai voando e fica pelas árvores do jardim, brincando e cantando. Nunca vai para longe. Quando eu me levanto, ponho na janela comida, água e uma banheirinha. Ele vem, toma banho, come e volta a voar. De vez em quando, ele pousa na minha cabeça ou no meu ombro e canta por uns momentos e voa novamente. No final da tarde, ele pousa no parapeito da janela e fica cantando até o escurecer. Daí, ele voa para o espaldar da cama e dorme.

Qual dos dois passarinhos é mais meu?
O que está comigo apenas porque eu o mantenho preso?
Aquele que escolheu viver comigo porque eu o cativei.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

SÓ TU




De todas as que me beijaram,
De todas as que me abraçaram,
já não me lembro, nem sei...
Foram tantas as que me amaram,
Foram tantas as que eu amei.
Mas tu, que rude contraste,
Tu que jamais me abraçaste,
Tu que jamais me beijaste,
Só tu nesta alma ficaste,
De todas as que eu amei...


POEMAde Paulo setubal 


POSTADO POR,MARLENE DE GOES

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