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quinta-feira, 22 de maio de 2014

DOCE CERTEZA

Doce CertezaPor essa vida fora hás-de adorar 
Lindas mulheres, talvez; em ânsia louca, 
Em infinito anseio hás de beijar 
Estrelas d´ouro fulgindo em muita boca! 

Hás de guardar em cofre perfumado 
Cabelos d´ouro e risos de mulher, 
Muito beijo d´amor apaixonado; 
E não te lembrarás de mim sequer... 

Hás de tecer uns sonhos delicados... 
Hão de por muitos olhos magoados, 
Os teus olhos de luz andar imersos!... 

Mas nunca encontrarás p´la vida fora, 
Amor assim como este amor que chora 
Neste beijo d´amor que são meus versos!... 

Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas"
postado por marlene de goes
Tema(s): Amor Ler outros poemas de Florbela Espanca



 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

SONETO A MARLENE

AOS OLHOS DA ALMA A LUZ SE FAZ PRESENTE O MANTO DA ILUSÃO SE DESCORTINA REVELANDO A MAGIA AI PRESENTE DO PLANO SUTIL QUE A TODOS FACINA QUE OS SERES DE LUZ POSSAM FINALMENTE TE MOSTRAR A PRESENÇA DA DIVINA PRESENÇA DO PAI QUE DOCEMENTE A OLHAR TEU DOCE SER QUE SE ILUMINA QUE OS AROMAS CELESTE DOS SEM FIM CUBRAM TEU CORAÇÃO DE QUERUBIM MINHA QUERIDA AMIGA ESPLENDOROSA NO JARDIM ÉS A MAIS BONITA ROSA DESABROCHANDO AO MEU OLHAR SOLENE VENDO=TE SORRIR LIMPIDA,,MARLENE RECEBI ESTE SONETO LINDO DO AMIGO E POETA SAMUEL BALBINOT DO BLOG LAPIDANDOVERSOS.BLOGSPOT.COM POSTEI TBEM NO MENTORESDELUZ.BLOGSPOT.COM LÁ POSTEI O LINK DIREITINHO QUE AQUI NÃO CONSEGUI CONVIDO A TODOS A VISITAREM O BLOG DESTE AMIGO DE CORAÇÃO DE OURO E ALMA DE ANJO QUE ESCREVE POEMAS LINDOS POSTADO POR MARLENE DE GOES
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segunda-feira, 12 de maio de 2014

QUE BRILHE A LUZ DO AMOR

hoje estou sem inspiração sem palavras mas desejo que recebas meu carinho e o reflexo de minha alma,que se ilumina sempre com o carinho que que recebo doa amigos (as)que sua semana seja feliz e abençoada bjs marlene

domingo, 4 de maio de 2014

MUDANÇA DAS ESTAÇÕES

MUDANÇA DAS ESTAÇÕES Me encantei pelo vento, vivo de redemoinhos. Os meus segredos conto as aves na mudança das estações. Vivo sem testemunhas, como os cantos das paredes, como livros na estante, quadros de fotografia... Acordo nas manhãs junto com memórias, imagens de um passado que se juntam a mim, personagens de espelhos que ousei inventar, amores amanhecidos, palavras que jurei esquecer... Quero tantas coisas e tenho coisas que quero perder. A vida vai decidir se a lucidez vai me levar. Tenho á tarde pra sorrir, quem sabe até! Me perder. Preciso apenas de um grito que me rasgue. Queria uma canção pra assobiar, uma paixão que me arrastasse, um desafio qualquer, que fizesse remendos em mim. Queria teus braços que me sustentaram quando enfraqueci, quando o vento me chamou pra partir. Marcos tavares postado por marlene de goes

segunda-feira, 28 de abril de 2014

VICIO

VICIO [Image]Vício (J.G. de Araujo Jorge) Tu nunca bates no meu pensamento à hora de entrar. Chegas de repente, invades tudo, e é impossível te expulsar por que então já sou eu que te procuro.Não escolhes momento. É na hora séria ou na hora triste, na hora romântica, ou na hora de tédio por mais que me encontres fechado em mim mesmo entras pelo pensamento, - clara fresta, vulnerável às lembranças do teu desejo.E quando chegas assim, estremeço até regiões ignoradas me levanto, e saio, sonâmbulo, a te buscar a caminhar a esmo ... Chegas - como uma crise a um asmático, - e então [preciso de ti como preciso de ar, e tenho a impressão de que se não te alcanço, se não [te encontro, vou morrer, miserável, como um transeunte nas ruas, antes que o socorro chegue para salvá-lo ... alcançar-te é um suplício ...Teu amor para mim - é humilhante a confissão -Depois que consegues atingir meu pensamento tua posse é uma obsessão, não é amor, é vício ... POEMA DE J G DE ARAUJO JORGE POSTADO POR MARLENE DE GOES SITE ORIZA MARTINS.POEMAS

terça-feira, 22 de abril de 2014

MANTO DA ILUZÃO

Manto da ilusão 06 ABR 1454752_757088957638485_354116471_nO que não muda, desconheço. Não defino essência do que não vibra, do que não tem começo, nem nevralgia, Não reconheço aquilo que não se vê na luz. Não tem externo, nem limite. Aquilo que num descuido, no múltiplo se perde e torna-se medida, mente, matéria, miséria, retina, semente, raiz e cria num olho vil -um mundo ilusório e doentio. Não tem vida ou morte, nem tudo ou nada, só um indo e vindo indefinível. Um infinito aqui e agora acontecendo, sem consciência de si. Pelo desejo do pecado, um manto se ergue nas formas. e de repente se torna, mãos, pés, orelha, câncer, pinto, buceta, rins, carranca… olho por olho de cada experimento, que bate no coração, distrai minha realidade e se encanta com a ilusão. Publicado por marcosstavaress em 06/04/2014 in espiritualidade, POESIA postado por marlene de goes

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