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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

CHEGA DE SAUDADE




Vai, minha tristeza, e diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer

Chega de saudade, a realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai

Mas, se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca

Dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim

Que é pra acabar com esse negócio de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim
Vinícius de MoraesPOSTADO POR MARLENE DE GOES



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

VIDA POEMA DE MARIO QUINTANA







        Para você entender o valor de um ano: pergunte a um estudante que não passou nos exames finais.        Para você entender o valor de um mês: pergunte a uma mãe que teve um filho prematuro.        Para você entender o valor de uma semana: pergunte ao editor de uma revista semanal.
Para você entender o valor de uma hora: pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro.Para você entender o valor de um minuto: pergunte a uma pessoa que perdeu o trem, o ônibus ou o avião.Para você entender o valor de um segundo: pergunte a alguém que sobreviveu a um acidente.Para você entender o valor de um milissegundo: pergunte a um ganhador de uma medalha de prata nas Olimpíadas.Portanto, procure aproveitar seu tempo ao máximo, SEMPRE!!!


POSTADO POR MARLENE DE GOES

sábado, 20 de agosto de 2011

LUA ADVERSA





Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.

E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Cecília Meirelepostado por marlene de goes

site o pensador.uol.com

DESPEDIDA




Por mim, e por vós, e por mais aquilo 
que está onde as outras coisas nunca estão, 
deixo o mar bravo e o céu tranqüilo: 
quero solidão. 

Meu caminho é sem marcos nem paisagens. 
E como o conheces? - me perguntarão. 
- Por não ter palavras, por não ter imagens. 
Nenhum inimigo e nenhum irmão. 

Que procuras? Tudo. Que desejas? - Nada. 
Viajo sozinha com o meu coração. 
Não ando perdida, mas desencontrada. 
Levo o meu rumo na minha mão. 

A memória voou da minha fronte. 
Voou meu amor, minha imaginação... 
Talvez eu morra antes do horizonte. 
Memória, amor e o resto onde estarão? 

Deixo aqui meu corpo, entre o sol e a terra. 
(Beijo-te, corpo meu, todo desilusão! 
Estandarte triste de uma estranha guerra...) 
Quero solidão.
Cecília Meirelespostado por marlene de goes

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

DEPOIS DE ALGUM TEMPO


Autor: William Shakespeare
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. 
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. 
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. 
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante com a graça de um adulto, e não com a tristeza de uma criança. 
E aprende a construir todas as suas estradas hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vôo. 
Depois de um tempo, você aprende que até o sol queima se você ficar exposto por muito tempo. 
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores. 
E você aprende que realmente pode suportar... 
Que realmente é forte e que realmente tem valor..."

POSTADO POR MARLENE DE GOES

SITE MENSAGENS PARA O ORKUT.COM




quarta-feira, 17 de agosto de 2011

POEMA DE FERNANDO PESSOA







"Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.
Mudo, mas não mudo muito.
A cor das flores não é a mesma ao sol
De que quando uma nuvem passa
Ou quando entra a noite .
E as flores são cor da sombra..."

Fernando Pesssoa


 postado por marlene de goes

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