OLHEI TEUS OLHOS E O ADEUS FOI TRISTE EM SILENCIO
SEM PALAVRAS SEM ABRAÇOS
SEM ME DIZER SE UM DIA VOLTARIA
PARA ME ACONCHEGAR ENTRE TEUS BRAÇOS
SE EU VOLTARIA A CRUZAR O TEU CAMINHO
MESMO QUE FOSSE EM OUTRO TEMPO
DEPOIS DE SE ACALMAREM TODOS OS VENTOS
AO DESABROCHAR AS FLORES E VOLTAR O SOL
NEM EU SABERIA EXPLICAR TAL ATITUDE
QUE TORNA O MAIS TERNO GESTO DE CARINHO
NA CRUELDADE RUDE DE FAZER SOFRER
A QUEM MAIS AMO...
MAIS QUANDO DA TERRA BROTAR
RAMOS TENROS VERDES E PEQUENOS
QUE SÓ TEUS OLHOS CONSEGUIRÃO VER
TERÁS CERTEZA QUE EU ESTAREI AQUI
E QUE AQUELE OLHAR NÃO FOI DE ADEUS
EU SEMPRE TE ESPEREI EU SEMPRE ESTIVE AQUI
ALGUM DIA DA VIDA
POR MARLENE DE GOES
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sexta-feira, 12 de outubro de 2018
asas da liberdade
O Frio que castiga minha alma
Me aquece o peito ao sentir o calor das brasas
Que alimentam a fogueira...
E AS labaredas que eu via em teus olhos
Refletidas como em um espelho
Estavas sentado junto a mim
E eu com a cabeça recostada em teus joelhos
Olhando o céu coberto de estrelas
Sentindo tuas mãos em meus cabelos
Foram ali nossos melhores e mais lindos sonhos
E ali choramos nossos desenganos por não poder viver aquele encanto
E nem poder dizer ao mundo o quanto nos amamos
Deixe que as chuvas venham apagar
As chamas das labaredas sobre as brasas
Vamos voar apenas em nossos sonhos
Pois não poderemos deixar que se abram as asas da liberdade
Nunca iremos voar não nos pertence esta liberdade
Façamos de conta que tudo não passou de um sonho...
postado por Marlene de Goes
autoria da mesma
Me aquece o peito ao sentir o calor das brasas
Que alimentam a fogueira...
E AS labaredas que eu via em teus olhos
Refletidas como em um espelho
Estavas sentado junto a mim
E eu com a cabeça recostada em teus joelhos
Olhando o céu coberto de estrelas
Sentindo tuas mãos em meus cabelos
Foram ali nossos melhores e mais lindos sonhos
E ali choramos nossos desenganos por não poder viver aquele encanto
E nem poder dizer ao mundo o quanto nos amamos
Deixe que as chuvas venham apagar
As chamas das labaredas sobre as brasas
Vamos voar apenas em nossos sonhos
Pois não poderemos deixar que se abram as asas da liberdade
Nunca iremos voar não nos pertence esta liberdade
Façamos de conta que tudo não passou de um sonho...
postado por Marlene de Goes
autoria da mesma
terça-feira, 21 de junho de 2016
domingo, 12 de junho de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
HORAS RUBRAS
HORAS RUBRAS
Horas profundas, lentas e caladas
Feitas de beijos rubros e ardentes,
De noites de volúpia, noites quentes
Onde há risos de virgens desmaiadas...
Oiço olaias em flor às gargalhadas...
Tombam astros em fogo, astros dementes,
E do luar os beijos languescentes
São pedaços de prata p'las estradas...
Os meus lábios são brancos como lagos...
Os meus braços são leves como afagos,
Vestiu-os o luar de sedas puras...
Sou chama e neve e branca e mist'riosa...
E sou, talvez, na noite voluptuosa,
Ó meu Poeta, o beijo que procuras!
Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade" // postado por marlene de goes
Feitas de beijos rubros e ardentes,
De noites de volúpia, noites quentes
Onde há risos de virgens desmaiadas...
Oiço olaias em flor às gargalhadas...
Tombam astros em fogo, astros dementes,
E do luar os beijos languescentes
São pedaços de prata p'las estradas...
Os meus lábios são brancos como lagos...
Os meus braços são leves como afagos,
Vestiu-os o luar de sedas puras...
Sou chama e neve e branca e mist'riosa...
E sou, talvez, na noite voluptuosa,
Ó meu Poeta, o beijo que procuras!
Florbela Espanca, in "Livro de Sóror Saudade" // postado por marlene de goes
sábado, 20 de fevereiro de 2016
VERSOS PARA CORAÇÕES E ALMA
Para meus amigos com muito carinho pedindo desculpas por minha longa ausencia
saudades de todos um abraço grande marlene goes
saudades de todos um abraço grande marlene goes
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